O desenvolvimento pessoal ajuda-o a percorrer o caminho da profissão ou a sair do desemprego, proporcionando-lhe mais confiança para encarar as entrevistas de emprego.
O marketing pessoal de excelência pode ser resumido em dez pontos base.
Optimismo: Saber aceitar críticas, ser positivo, ter a percepção dos aspectos positivos de todos os desafios.
Solidariedade: Saber parar e disponibilizar-se para ajudar os outros quer no trabalho quer na sua vida pessoal.
Liderança: Ser uma boa influência sempre sobre os colegas e criar um clima confiança em torno de si de forma a que os outros o procurem para encontrar soluções.
Integridade: Ser ambicioso dentro dos limites de crescimento, sempre sem prejudicar nem enganar ninguém.
Maturidade: Saber fazer uma boa gestão de conflitos sem criar novos desafios ou desequilíbrios.
Empatia: Saber Valorizar o trabalho de parceiros ou colaboradores, reconhecer o mérito dos outros e saber aprender com eles.
Paciência: Ter sentido de oportunidade, saber proporcionar as oportunidades no momento certo.
Espírito de equipa: Disponibilizar a sua ajuda sem que seja necessário solicitar, preocupar-se que o trabalho dos outros também seja bem sucedido.
Visão: Ter a percepção clara do que faz e a razão pela qual está a fazer. Proporcionar melhorias e soluções inteligentes no seu trabalho e no dos colegas.
Visibilidade: Disponibilizar-se como voluntário para apresentações de trabalhos, projectos e tarefas eu possam ser um bom desafio de crescimento.
Comece já hoje a traçar a sua estratégia de marketing pessoal para obter da vida tudo aquilo que sempre sonhou.
O que é melhor? Um currículo em papel, método tradicional de apresentação para uma vaga de emprego ou gravado em vídeo, onde mostramos ao mesmo tempo quem somo e como somos. Não é fácil dizê-lo.O video é mais interactivo,mas se não estiver bem feito, pode até ter um resultado contrário ao esperado.
Aqui está o exemplo de um vídeo divertido imaginativo, mas exagerado e cansativo...ninguém é perfeito.
O vídeo de apresentação do Rogério, está horrível..o cenário é muito pesado, a linguagem muito formal, parece que o texto foi decorado e quando é assim, pode passar a ideia para um potencial empregador de que o Rogério (desculpa Rogério)é um chato.
Fazer um currículo interactivo para um emprego na área da comunicação social em frente a uma parede branca,...sempre o mesmo plano é muito maçador.
Aos dezoito anos fazer um vídeo tão formal e tão escuro, até dá medo contratá-lo.
Aqui está um vídeo com alguns bons exemplos de como fazer um currículo interactivo.
Há um último aspecto a ter em conta na elaboração do currículo em suporte de vídeo: o som. O filme pode estar muito bonito, atractivo, interessante, mas se o empregador não perceber o que diz...não vai ter qualquer resultado.
Apesar do que escrevi anteriormente e que considero ser fundamental para quem procura emprego...também devo deixar o aviso...cuidado com as empresas que querem trabalhadores que saibam fazer tudo...fazem lembrar os clubes que estão na liga de futebol sem dinheiro para pagar aos jogadores. Aqui fica um exemplo:
Este anúncio foi publicado num famoso site de procura e oferta de trabalho nacional. Um jovem recém licenciado na área lê-o e achou que devia responder à letra!
Anúncio
" A XXXXXXXXXX está a aceitar candidaturas para estágio na área de Design Requisitos Académicos: Finalista ou recém-licenciada(o) em Design Competências pessoais : • Poder de comunicação; • Iniciativa; • Auto-motivação; • Orientação para resultados; • Capacidade de planeamento e organização; • Criatividade Competências técnicas :
Conhecimentos nos seguintes programas/linguagens
® Adobe Photoshop,
® InDesign,
® Illustrator (FreeHand e Corel Draw) Flash,
® Dreamweaver,
® Premiere,
® AfterEffects,
® SoundBooth,
® SoundForge,
® AutoCad,
® 3D StudioMax
® HTML (basic),
® ActionScript 2.0 (basic),
® CSS,
® XML.
Remuneração: Estágio Remunerado Duração: 6 meses, com possibilidade de integração na equipa"
Portanto, e resumindo, esta empresa quer um recém licenciado que saiba de origem 13 softwares e 4 linguagens de programação. Isto é o país em que vivemos. Não me ficando atrás perante esta pérola, decidi responder no mesmo estilo. Eis o que lhes respondi:
"Boa noite, Estou a entrar em contacto para responder ao anúncio colocado no site xxxxxx para a posição de estagiário em Design.
Chamo-me xxxxxxxx, tenho 25 anos e sou um recém licenciado em Design de Equipamento (Fac. Belas Artes de Lisboa).
Sou extremamente comunicativo, transbordo iniciativa e auto-motivação, estou constantemente orientado para os objectivos como uma bússola para o Norte (magnético), sou mais planeado e organizado que o Secretário de Estado de Planeamento e Organização e sou um diamante da criatividade como já devem ter percebido e como vão poder comprovar nas próximas linhas.
Quanto aos conhecimentos técnicos:
- Sou um mestre em Adobe Photoshop.
- Conheço o InDesign por dentro e por fora.
- O Illustrator, Freehand, Corel e o Flash são
os meus brinquedos do dia a dia, faço o que quiser com eles.
- Nem me ponham a falar do Dreamweaver, até de olhos fechados...
Premiere... Até sonho com ele!
- AfterEffects tem um lugar especial no meu coração.
- Faço umas coisas bem maradas com o SoundBooth e o SoundForge.
- Com o Autocad e o 3d Studio Max até vos faço duvidar dos vossos próprios olhos.
- Html, Action Script 2.0, CSS e XML são as linguagens do meu mundo.
- Mas sejamos francos, qualquer estudante de 1º ano sabe de cor e salteado qualquer um destes 13 softwares e 4 linguagens de programação....
- Eu sou um recém finalista. E como tal tenho muito mais para oferecer:
- Tenho conhecimentos de Cinema 4D, Maya, Blender, Sketch Up e Paint ao nível de guru.
- Tenho conhecimentos mega-avançados de C+, C, C++, C+ ou -, Java, JavaScript, Ruby on Rails, Ruby on Skates, MySQL, YourSQL, Everyone'sSQL, Action Script 3.0, Drama Script 3.0, Comedy Strip 3.0 e Strip Tease 2.5, Ajax, Vanish Oxi Action, Oracle, Sonasol, XHTML, Batman e VisualBasic.
- Conheço o Office todo de trás pra frente assim como o Microsoft WC.
Domino o Flex ao nível do Bill Gates e mexo no Final Cut Pro melhor que o Steven Spielberg.
- Tenho ainda conhecimentos de grande amplitude em 4 softwares que estão a ser desenvolvidos por grandes marcas e também de 3 outros softwares que ainda não foram inventados.
- Falo 17 línguas, 5 das quais já estão mortas e 6 dialectos de povos indígenas por descobrir.
- Com estes conhecimentos todos estou super interessado num estágio porque acho que ainda tenho muito para aprender e experiência para ganhar. Espero que ao fim de 6 meses tenha estofo suficiente para poder fazer parte da vossa equipa e quem sabe liderá-la.
- Fico ansiosamente à espera de uma resposta vossa.
- Embora tenha uma oportunidade de emprego na NASA e outra no CERN espero mesmo poder fazer parte da vossa equipa.
Cumprimentos"
Esta foi uma resposta de raiva a um anúncio abusador de uma "empresa?" que julga poder encontrar num jovem licenciado a resposta para todos os seus problemas...por pouco tempo (6meses) e por pouco dinheiro...é a redescoberta da pólvora.
Nesta área é preciso cuidado, também com "Empresas?" que propõe na entrevista a execução de um trabalho para marcas verdadeiras com o objectivo de seleccionar o melhor...numa grande parte dos casos não se sabe se a vaga é ocupada e o mais provável é que usem os trabalhos dos candidatos (com algumas alterações) para proveito próprio.
Mesmo assim, nesta crise de empregos vale a pena arriscar...pois nunca se sabe se o teor dos anúncios não são apenas a primeira fase de selecção, para espantar os menos preparados para o mercado de trabalho.
Imagine que depois de muito "batalhar" conseguiu um emprego...um emprego que exige um contacto directo com o cliente... Não se atrapalhe e aceite estas dicas que aqui deixo:
Como está Sr. João?
A relação que a empresa tem com os seus clientes tende a ser pessoal. Até que ponto será importante conhecer os clientes? Em que medida esse conhecimento pode ou deve influenciar a estratégia do nosso negócio? Como devemos proceder para assegurar os nossos clientes? Conheça as respostas.
Antigamente, a empresa era vista pelos seus responsáveis essencialmente como um meio de produção rodeado por diversos elementos, nomeadamente:
Fornecedores, de capital e de matérias-primas;
Concorrentes;
Principais clientes.
Hoje, a organização já não é vista pelos dirigentes como o centro do universo económico, sendo essa posição ocupada pelo mercado. Simultaneamente, as empresas já não têm a simples missão de produzir e esgotar os seus produtos, mas sim de vender para poderem continuar a produzir. Para vender melhor os seus produtos tem que conhecer melhor o seu público-alvo. Os clientes são a base do sucesso ou insucesso de uma empresa.
Siga algumas das nossas sugestões:
Personalização
Obter as informações necessárias sobre os clientes;
Adaptar os produtos aos interesses dos clientes;
Adequar a acção da empresa às necessidades do público-alvo.
A personalização é um meio importante para conseguirmos a fidelização dos nossos visitantes e clientes e fazer com eles se tornem nossos clientes fiéis
Além das aptidões inerentes à função que exerce na empresa, a pessoa encarregada do contacto directo com o cliente no exterior deve estar preparada de várias maneiras:
Fisicamente
Estar preparado fisicamente para iniciar e resistir à maratona de viagens e negociações.
Intelectualmente
Ter boa formação geral, capacidade de argumentação, fluência verbal, escrita e oral, em idioma estrangeiro, principalmente em língua inglesa.
Psicologicamente
Ter segurança, iniciativa, desembaraço, bom relacionamento humano, senso de observação e de oportunidade.
Profissionalmente
Ter conhecimento da empresa, do produto - objecto da negociação - da concorrência interna e externa, experiência em um ou mais mercados e noções financeiras e jurídicas.
Outros Procedimentos
Fornecer informações sobre a empresa para qual trabalha e sobre o produto que pretende vender.
Manter os clientes é muito importante. Centre-se nas necessidades dos clientes e esqueça a sua longa lista de desejos (in Expresso/emprego)
Na procura de emprego pode responder a uma oferta ou enviar o CV para uma empresa onde gostaria de trabalhar. Nesse caso, juntamente com o CV, terá de enviar uma carta de apresentação onde explica porque razão a empresa poderá ter interesse nos seus serviços. É assim como um futebolista que deseja muito jogar num clube e tem de lhes mostrar aquilo de que é capaz.
Saiba como elaborar uma carta de apresentação.
Como estruturar
A carta de apresentação deverá ser breve e simples. Por norma deve ser escrita à mão, mas hoje em dia já se utiliza o computador. Esta carta deve, juntamente com o CV, convencer o empregador a convocá-lo para uma entrevista.
Dirija-se à pessoa certa Comece por dirigir a carta à pessoa certa. Isto é prova de ter o cuidado de mandar a carta a uma determinada pessoa. Não se esqueça de pôr em cima da carta a rubrica assunto, onde esclarece o objectivo da sua carta e, eventualmente, menciona a referência do anúncio.
Escreva uma boa frase de abertura A intenção é destacar-se no meio de muitas respostas. Isto não se consegue com frases usadas como: "Na sequência do seu anúncio ...." ou "Por este via venho candidatar-me ...." Evite linguagem estandardizada ou expressões clássicas e use uma frase de abertura personalizada, original e cheia de entusiasmo.
Não use palavras demasiado modestas "Talvez", "eventualmente" e "acho" são expressões a evitar. Procure o caminho intermédio. Dizer que é a pessoa ideal e que o empregador seria doido se não aproveitasse esta oportunidade, não só mostra um entusiasmo pronunciado como também uma grande dose de arrogância.
Explique porque se candidata Explique o que o atrai na empresa, na função, no sector. Aproveite para mostrar entusiasmo.
Não se prolongue A sua carta pode ter uma página no máximo. Convém transmitir a mensagem em frases curtas e dinâmicas com muitos verbos activos.
Não mencione a sua inexperiência Se não tiver a experiência ou a formação exigida, não o mencione. Escreva antes sobre a sua capacidade de aprender depressa. Seja sempre positivo sobre si mesmo.
Não fale em ordenado Não fale de dinheiro na carta. Mencione o ordenado apenas no caso de lhe ter sido pedido no anúncio a que está a responder, senão acredite que vai criar uma impressão negativa.
Evite terminar com banalidades Lembre-se que a última impressão é tão importante como a primeira. Não escreva frases feitas mas, por exemplo, "Se achar que temos algo a oferecer um ao outro, estarei sempre disponível para conversarmos numa entrevista". (vide ln expressoemprego)
Portugal é cada vez mais um país de serviços e o turismo...a indústria do turismo é na verdade uma industria de serviços com elevado potencial na economia portuguesa, capaz de gerar riqueza e empregos. A receita do Turismo é já 11 por cento do Produto Interno Bruto e a tendência é para crescer. Por isso, apostar também em carreiras profissionais ligadas ao sector do turismo poderá ser um bom caminho, para conseguir um emprego. O melhor é procurar uma escola de turismo
O teletrabalho ou trabalho à distância é aquele que em vez de ser feito no escritório da empresa é realizado em casa. Há quase sempre uma relação contractual com o trabalhador que pontualmente poderá ser chamado à empresa para reuniões. O trabalho é feito através da internet e diz respeito à função. O trabalho tem alguma vantagens, sobretudo para o trabalhador que passa a ter mais tempo para a família e maior autonomia na execução da tarefa (pode escolher o seu horário) e também fica longe daquelas filas intermináveis de trânsito. Mas também há desvantagens, a empresa tem mais dificuldade em controlar o trabalho e não é certo que o trabalhador, em casa seja mais produtivo.
Nesta relação de trabalho à distância, às vezes podem surgir surpresas
Há dias presenciei um debate na Universidade Católica onde a discussão andou à volta do tema: Como combater o desemprego?
Seria muito pesado descrever o teor do debate, mas a ideia que prevaleceu nesse encontro entre o Ministro da Economia,Vieira da Silva, o Professor Daniel Bessa e o Presidente da AEP, José António Barros foi a de que tudo está a mudar: as empresas, os empregos e até a forma de os procurar.
Para quem está à procura de emprego, o IEFP tem uma apresentação interessante
Uma entrevista de emprego é mais do que uma mera conversa. É uma avaliação para a qual é preciso estar preparado. Lembre-se que durante uma entrevista de emprego não conta somente o conteúdo da conversa; desde a apresentação até ao aperto de mão final, está constantemente a transmitir sinais (conscientes e sub-conscientes).
Estas são algumas das perguntas que são muitas vezes colocadas aos entrevistados:
•Fale um pouco sobre si
Esta pergunta surge frequentemente no início da entrevista de emprego e funciona como “desinibidor”. É a pergunta que a maioria das pessoas acha mais fácil responder. Certamente que não é do interesse do entrevistador ficar a conhecer todos os pormenores da sua vida particular. A resposta deve ser curta e valorizar o seu percurso profissional. Esta pergunta tem três objectivos distintos: 1.Ficar a saber a forma como fala de si próprio – tem um ego pequeno, adequado ou exagerado? 2.Conhecer o seu percurso profissional e pessoal. 3.Detectar alguma informação adicional com a qual pode vir a ser confrontado mais tarde
•Consegue imaginar-se a chefiar um projecto ou uma equipa? Porquê?
Esta pergunta serve para descobrir se interage bem com os restantes colegas e se é uma pessoa respeitável e sociável. Aproveite para realçar pontos fortes que o façam parecer um bom líder. Evite exageros nas respostas, como p.ex. “Sou um bom líder, porque sou exigente comigo próprio e por isso exijo o mesmo dos outros.” Tente realçar as suas capacidades de raciocínio rápido, motivação, justiça e bom-senso.
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•Qual foi a decisão mais difícil que tomou?
Através desta pergunta a pessoa que o está a entrevistar quer saber se, numa situação de grande stress, tem a capacidade de raciocinar correctamente, avaliar todas as alternativas e tomar a decisão mais adequada. Pense num caso real (profissional) onde isso tenha acontecido. Caso não consiga apresentar nenhum caso em ambiente profissional, refira um caso da sua vida pessoal; se optar pela última hipótese, tenha cuidado para não revelar nenhuma fraqueza ou instabilidade emocional que o possa comprometer.
•Porque acha que a nossa empresa (ou a empresa que colocou o anúncio de emprego) o deve contratar?
Caso esta pergunta surja durante a entrevista de emprego, tente encontrar pontos fortes da sua personalidade e capacidade profissional que se encaixem no perfil da empresa ou do cargo em questão. Mais uma vez, é extremamente importante pesquisar sobre a empresa em causa antes de ir à entrevista.
•Qual seria o seu horário de trabalho ideal?
O objectivo desta pergunta é descobrir se é uma pessoa que cumpre rigorosamente o horário de trabalho ou se é uma pessoa que coloca o trabalho em primeiro lugar. Nunca deverá responder com um número de horas em concreto, mas antes de forma a dar a entender que trabalha o que for preciso para que um projecto chegue a bom porto. Mostre profissionalismo.
•Porque teve preferência pela sua formação académica?
Mais uma vez, tente fundamentar a sua escolha tendo em perspectiva o seu emprego actual, mas também a empresa e o cargo ao qual se está a candidatar. Mostre que a sua escolha foi relevante para o cargo em questão e para o seu percurso profissional. Caso a sua carreira não esteja de todo relacionada com o curso que tirou, tente demonstrar que inicialmente tinha determinados objectivos, que ao longo do tempo foram substituídos por objectivos maiores. Em todo o caso, nunca lamente ter optado pela formação académica que acabou por seguir e tente sempre encontrar pontos fortes. .
•Tem passatempos? Quais?
Esta pergunta aparentemente inocente tem como objectivo saber se valoriza e gere o seu tempo livre da melhor forma e se tem vida para além do emprego, ou seja, se é uma pessoa equilibrada. Não diga apenas que fica sentado no sofá a ver televisão. Mostre que é uma pessoa activa e que se interessa pela vida em geral.
•O que o(a) levou a candidatar-se a este emprego/empresa?
Esta é uma óptima altura para mostrar que fez o seu trabalho de casa. Realce os pontos fortes da empresa e a sua posição no mercado, idealmente apresentando dados em concreto. Ver também o ponto 3 da secção Como se preparar para o dia da entrevista de emprego.
•Quais as suas fraquezas e pontos fortes?
A maior dificuldade aqui é falar sobre os pontos fracos. Tente transformar os seus pontos fortes em fraquezas, dando-lhes demasiada ênfase. Por exemplo: “Sou demasiadamente atento aos detalhes.” ou “Não consigo deixar um projecto a meio, custe o que custar.”
•O que o(a) faz mudar de emprego?
Nunca diga mal da empresa onde trabalha actualmente; isso dirá à outra pessoa que também o poderá fazer facilmente no emprego para o qual se está a candidatar. Refira por exemplo que está à procura de um novo desafio e de maior desenvolvimento profissional.
•Como se vê daqui a 5 anos? E daqui a 10 anos?
Tente adequar os seus objectivos pessoais e profissionais aos da própria empresa, se possível. Respostas como “gerir sem ter grande trabalho” ou “estar a gozar uma boa vida” são interditas.
•Qual é o valor do ordenado que está a pensar auferir?
Estaé talvez a mais temida das perguntas que podem surgir durante a entrevista de emprego.
O importante aqui é tentar não avançar com um valor fixo em concreto, pois pode comprometer a sua contratação logo à partida.
Um valor demasiado baixo em relação ao que está a ganhar actualmente irá colocá-lo(a) numa situação pior e nunca ficará a saber se o ordenado que lhe iriam atribuir seria mais elevado.
Por outro lado, um valor demasiado elevado pode não corresponder ao valor fixado pelo empregador.
A melhor táctica para resolver esta situação é inverter o jogo e perguntar qual o valor proposto; a remuneração é sempre fixada previamente e não confidencial. Se o valor proposto for inferior às suas expectativas, diga-o abertamente e proponha um valor ligeiramente superior. Se, contudo, o entrevistador insistir para que avance com um valor, apresente um intervalo de valores (entre X e Y) e tenha como limite mínimo um montante que lhe pareça adequado. .
Aqui ficam estas dicas...mas atenção por vezes podem ser feitas preguntas inesperadas
Com tanto desemprego, há cada vez mais pessoas a ter de passar pelas entrevistas de recrutamento e selecção para conseguirem um novo emprego e nem todas tem o talento desta jovem. É bom que saibam que há pequenos truques que ajudam.
10 dicas para uma boa entrevista
1 - Hoje em dia quase todas as empresas têm Sites na Internet. Aprenda algo sobre a empresa antes de ir a uma entrevista. Mas, atenção, não mostre que sabe demais sobre a empresa. Use essa informação para fazer algumas perguntas sobre a empresa.
2 - Liste no papel todas as perguntas que você pensa que um entrevistador lhe poderia fazer. Então prepare algumas respostas e escreva-as por baixo das perguntas. Escrever as perguntas e as respostas ajudá-lo-á a recorda-las. Pratique com o alguém as respostas a essas mesmas perguntas.
3 - Pense nas suas fraquezas. Deve estar preparado para que lhe façam referencia a uma área na qual a sua experiência / conhecimento têm algumas falhas. Se não lhe for perguntado, encontre uma maneira incluir isso na entrevista. Os entrevistadores esperam ouvi-lo falar nos seus pontos fortes, mas não esperam ouvi-lo falar dos seus pontos fracos ou "necessidades". Apreciarão a sua sinceridade, e irá impressiona-los. Entretanto, assegure-se de que as falhas que você divulgue podem ser facilmente remediadas.
4 - Leia o seu C.V. e planeie como explicar um “lapso de tempo”. Por exemplo, se você tiver um par dos meses entre deixar um trabalho e começar um novo, certifique-se de que tem uma boa explicação para o que fez durante o período intermédio entre os dois empregos
5 - Certifique-se de que o seu passado académico e ou de trabalho, sejam discutidos. Assim, esteja preparado para falar sobre realizações específicas, uma melhor descrição do trabalho. Explique o que você sentiu sobre um sucesso ou um fracasso. Os sentimentos são importantes.
6 - Perguntas. Evite perguntas que empurrem o entrevistador para um compromisso - a menos que você esteja a ser entrevistado para um trabalho de vendas. Algumas perguntas boas a levantar são: - Pode falar-me um pouco sobre as pessoas que trabalham nessa equipa? - Com que frequência as pessoas progridem na organização? - Quando é que se pode esperar uma decisão sobre este processo de selecção?
7 - Use os verbos na terceira pessoa, evite o "eu", ao falar sobre o trabalho. Evite falar como se o trabalho já fosse seu. Não pergunte: "Qual vai ser o meu salário por mês? " Pergunte antes: "Qual é aproximadamente o salário mensal para este cargo? ".
8 - Encontre algo positivo sobre a empresa enquanto pesquisa as informações que recolheu no Web Site da empresa, algo que você sinta que o entrevistador saberá responder e dê-lhe a oportunidade de falar (orgulhosamente) sobre isso.
9 - Se o seu C.V. não tiver já uma fotografia assegure-se de que leva uma foto e mais um C.V. consigo para a entrevista.
10 - Se você não conhecer exactamente o local da entrevista tente sair uma hora mais cedo para chegar a tempo. Independentemente de uma boa desculpa, um atraso dá logo uma impressão negativa sobre si. Se você puder leve um telemóvel. Se ficar preso no meio do transito, você pode pelo menos avisar o entrevistador do seu atraso. (in, net empregos)
Com os níveis de desemprego muito elevados no mundo, por causa da crise (em Portugal já vai nos 10,3 por cento) ainda há que se lamente do emprego que tem. Há gente para tudo...
A Estratégia de Lisboa foi adoptada pelo Conselho Europeu de Primavera de 2000 visando transformar a Europa “na economia do conhecimento mais competitiva e dinâmica do mundo, capaz de um crescimento económico sustentável, acompanhado da melhoria quantitativa e qualitativa do emprego e de maior coesão social”.
A meta era o ano de 2010...nessa altura, como é lógico, ninguém poderia adivinhar a dimensão da crise financeira de 2007. Nem tudo se perdeu, mas foi impossível obter resultados na estratégia do crescimento económico e do emprego.
Passada a Estratégia de Lisboa, a União Europeia está já a trabalhar num plano de inovação para 2020.
Eurico Neves, Administrador do Inova, escreve num artigo de opinião, no Jornal de Negócios de 5 de Janeiro que o novo plano "deverá endereçar os desafios sociais e económicos mais prementes, tais como as alterações climáticas, a sustentabilidade energética e as necessidades decorrentes de uma população mais envelhecida, ao mesmo tempo que deverá continuar a estimular o crescimento do investimento, público e privado, em I&D".
Mais ainda, Eurico Neves que participou numa reunião do Grupo de Politica Empresarial da UE, refere que "sem questionar a pertinência destes desafios, é contudo fundamental assegurar um maior envolvimento das PME nas actividades de inovação, sendo necessária uma pressão dos Estados-membros para assegurar que estas empresas continuam na primeira linha da agenda, mesmo após a retoma da crise económica".
Mais uma vez parece que se está a avançar com um plano ambicioso...que esquece, ou pelo não coloca o enfoque, nas PME's as pequenas e médias empregadoras as pequenas e média empreendedora que representam um fatia muito elevada da economia dos Países da União.
“O futuro das organizações – e nações – dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender colectivamente.” Peter Senge